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Pessoas com fracas competências sociais usam frequentemente estas dez frases comuns sem perceberem o impacto negativo que têm nos outros.

Duas pessoas conversam intensamente num café, cada uma com uma chávena de cappuccino à sua frente.

A mulher na festa de escritório estava a esforçar-se imenso. Via-se na forma como se inclinava para a conversa, ria um pouco alto demais, atirava factos aleatórios para o ar como confettis. Ao fim de alguns minutos, o círculo à sua volta tinha-se afinado em silêncio. As pessoas começaram a verificar os telemóveis, a avistar alguém a quem “tinham de ir dizer olá”, a afastar-se uma a uma. Ela ficou com um ar confuso, quase magoado, como se a sala tivesse de repente conspirado contra ela.

Ninguém lhe tinha dito que o problema não era quem ela era.

Era o que ela continuava a dizer.

1. “Estou só a ser sincera.”

Normalmente ouve-se isto logo a seguir a alguém dizer algo um pouco agressivo. Uma farpa sobre a roupa de alguém, uma crítica a um projeto, uma opinião direta que aterra como uma chapada. A frase chega como um escudo: “Estou só a ser sincera.” Do lado de quem fala, soa a medalha de autenticidade. Do lado de quem ouve, muitas vezes soa a desculpa para ser indelicado.

O impacto escondido é que, discretamente, diz às pessoas: “Os teus sentimentos são problema teu, não meu.”

Imagine que uma colega apresenta um slide deck em que trabalhou a semana toda. A sala fica em silêncio. Alguém recosta-se e diz: “Isto está meio confuso, estou só a ser sincero.” A colega força um sorriso, mas passa o resto do dia a entrar em espiral sobre a própria competência.

Mais tarde, a pessoa “sincera” pergunta-se porque é que já ninguém lhe pede opinião. Acha que as pessoas não sabem lidar com a verdade. O que os outros realmente ouvem é: “Eu digo o que me apetecer e depois fujo à responsabilidade com uma frase feita.”

Honestidade sem empatia parece um ataque, não um presente. Pessoas com um radar social fraco confundem franqueza com coragem. Sobrevalorizam ser “verdadeiras” e desvalorizam ser gentis. Essa frase sinaliza que o feedback é uma rua de sentido único: eu falo, tu desenrasca-te. Com o tempo, até as ideias úteis são ignoradas, porque vêm embrulhadas num tom que queima.

As pessoas lembram-se menos do que disseste e mais de quão seguras se sentiram enquanto o dizias.

2. “Sem ofensa, mas…”

Esta entra numa conversa como uma sirene. No momento em que alguém diz “Sem ofensa, mas…”, toda a gente se contrai. É um aviso verbal de que precisamente algo ofensivo está a caminho. A frase tenta limpar a sujidade antes de a fazer, como pôr toalhas de papel antes de entornar a bebida.

Para pessoas socialmente desajeitadas, parece uma almofada de cortesia. Para toda a gente, soa a: “Eu sei que isto pode magoar, e vou dizer na mesma.”

Imagine um jantar de família. O teu primo tem falado em mudar de carreira, claramente nervoso. Tu mal ouviste, a deslizar o dedo no telemóvel entre garfadas. Depois levantas os olhos e dizes: “Sem ofensa, mas tu não tens jeito para esse tipo de trabalho.” A mesa fica em silêncio. O teu primo ri-se para disfarçar, mas os olhos ficam vidrados.

Tu continuas a comer, a achar que lhe deste uma dose de realidade. Meses depois, ouves dizer que ele deixou de te contar coisas pessoais. A ponte não caiu num só momento. Foi rachando com frases dessas.

O dano escondido de “Sem ofensa” é que sinaliza falta de responsabilidade. Faz de conta que a intenção pesa mais do que o impacto. Pessoas socialmente hábeis sabem que respeito é menos sobre a informação que entregas e mais sobre como a embrulhas. Quando começas com “Sem ofensa”, basicamente admites: “Espero que isto doa e vou avançar na mesma.”

Sejamos honestos: na maioria das vezes, a frase podia ser reformulada - ou simplesmente não dita.

3. “És demasiado sensível.”

Esta frase costuma aparecer quando alguém ousa dizer: “Isso magoou,” ou “Não gostei dessa piada.” Em vez de ouvir, a pessoa socialmente desajeitada desvia: “És demasiado sensível.” É um truque limpo. Em cinco palavras, o problema muda do comportamento de quem falou para a personalidade de quem ouviu.

À superfície, parece feedback. Por baixo, é um ato silencioso de gaslighting emocional.

Pensa num amigo que finalmente te diz que as tuas bocas sobre o peso dele o deixam desconfortável. Tu encolhes os ombros e dizes: “És demasiado sensível, eu brinco assim com toda a gente.” A conversa acaba, mas algo importante acabou de morrer entre vocês. Da próxima vez que se virem, ele está mais cauteloso, mais leve nos detalhes, mais pesado na distância.

Até podes queixar-te aos outros de que “hoje em dia ninguém sabe levar uma piada.” O que não vês é que as tuas palavras lhe ensinaram que tu não és uma pessoa segura para se abrir.

Desvalorizar a emoção não a faz desaparecer. Só a empurra para debaixo do tapete, onde vira ressentimento ou silêncio. Pessoas com fracas competências sociais muitas vezes têm medo de ser “controladas” pelos sentimentos dos outros, por isso afastam-nos com frases destas. A mensagem não intencional é brutal: “O teu mundo interior é um exagero.” Com o tempo, quem recebe deixa de discutir.

Simplesmente deixa de partilhar.

4. “Acalma-te.”

Poucas frases pegam fogo mais depressa do que “Acalma-te.” Normalmente aparece atirada em momentos tensos: uma discussão no carro, um desacordo numa reunião, um parceiro chateado no sofá. Soa racional, como se estivesses a tentar acalmar. No entanto, muitas vezes aterra como gasolina numa chama já acesa.

O que a pessoa chateada ouve é: “A tua emoção é ilegítima, e eu preciso que sejas mais fácil de gerir.”

Imagina um gestor a dizer a um funcionário exausto que a carga de trabalho é insustentável. As vozes sobem um pouco. O gestor, a sentir-se assoberbado, interrompe: “Tens de te acalmar.” A raiva do funcionário dispara. Já não estavam só a falar de tarefas. Ele estava a pedir para ser visto.

Essa frase disse-lhe que a prioridade não era a realidade dele. Era o conforto do gestor. Uma conversa que podia ter criado confiança transforma-se em frustração a fervilhar e procura silenciosa de emprego.

Comunicadores socialmente desajeitados usam muitas vezes “Acalma-te” quando a própria ansiedade sobe. Em vez de nomear isso - “Estou a começar a sentir-me sobrecarregado, podemos abrandar?” - tentam controlar o volume emocional do outro. A ironia é que raramente funciona. As emoções não respondem bem a ordens. Respondem a serem reconhecidas.

Às vezes, a frase mais socialmente hábil é simplesmente: “Estou a ver que estás mesmo upset. Conta-me mais.”

5. “Tu sempre…” / “Tu nunca…”

Estas frases infiltram-se nos conflitos como reflexos automáticos. “Tu deixas sempre tudo desarrumado.” “Tu nunca me ouves.” Soam a verdade no momento, alimentadas pelo calor da irritação acumulada. O problema é que quase nunca são exatas. Os humanos não são “sempre” ou “nunca” coisa nenhuma.

Ainda assim, essas duas palavras podem transformar um pequeno desacordo num ataque amplo ao caráter.

Imagina um casal a discutir por causa da loiça no lava-loiça. Um dispara: “Tu nunca ajudas em casa.” É literalmente verdade? Provavelmente não. Mas, uma vez dita, a outra pessoa deixa de ouvir sobre pratos e começa a ouvir: “Achas que eu sou, no fundo, preguiçoso e egoísta.” A defensiva entra. Discussões antigas reaparecem. O que começou com pratos sujos vira um referendo sobre a relação inteira.

Mais tarde, ambos podem perguntar-se como é que escalou tão depressa. A resposta está nos absolutos que atiraram como granadas.

Pessoas com competências sociais tremidas falam muitas vezes em extremos quando a emoção sobe. Parece mais forte, mais convincente. Só que encurrala o outro. Já não sobra espaço para nuance, para “às vezes”, “ultimamente”, “esta coisa específica”. Esses absolutos prendem os conflitos na culpa em vez de os levar para a curiosidade.

Trocar “Tu ignoras-me sempre” por “Ultimamente tenho-me sentido ignorado quando…” parece pequeno no papel. Na vida real, pode mudar toda a direção da conversa.

6. “Não é nada de especial.”

Esta frase é muitas vezes dita para sossegar, mas traz um julgamento silencioso. Quando alguém diz “Não é nada de especial” sobre algo que claramente te importa, não te está a acalmar. Está a hierarquizar as tuas prioridades e a colocá-las perto do fundo. Para quem tem dificuldades sociais, parece que está a ajudar-te a ganhar perspetiva.

Para quem ouve, parece que as preocupações estão a ser achatadas e arquivadas em “exagero.”

Imagina um amigo a dizer-te que está nervoso por ter de apresentar uma coisa. As mãos tremem um pouco. Tu desvalorizas: “Relaxa, não é nada de especial.” Conversa encerrada. O que querias dizer era: “Vai correr bem, eu acredito em ti.” O que ele ouviu foi: “O teu medo é parvo e não merece tempo.”

Da próxima vez, pode guardar o stress para si, procurar dicas de coping às 2 da manhã e dizer-te depois: “Sim, foi tranquilo.” Tu nunca vês o pânico que ficou preso na garganta a noite toda.

Linguagem minimizadora pode soar racional, mas chega como distância. Pessoas socialmente atentas aprendem a separar tranquilização de desvalorização. Dizer: “Parece ser importante para ti, e faz sentido - queres falar sobre isso?” mantém a dignidade intacta. Pessoas com menos jeito muitas vezes saltam esse passo, porque se sentem desconfortáveis a estar com o desconforto do outro.

O impacto escondido é que os outros deixam de confiar nelas com qualquer coisa que não esteja já polida e sob controlo.

7. “Eu sou assim.”

Esta frase aparece quando alguém é chamado à atenção. Talvez interrompa muito. Talvez faça piadas agressivas. Talvez exploda quando está sob stress. Confrontado com a dor que causa, encolhe os ombros: “Eu sou assim.” Soa a autenticidade. Na verdade, é uma recusa silenciosa em crescer.

Por baixo, diz: “Os meus hábitos são fixos, e a tua experiência com eles é problema teu.”

Pensa num colega que fala por cima dos outros nas reuniões com frequência. Depois da terceira queixa, sorri e diz: “Eu sou direto, eu sou assim.” Os membros mais calados deixam de contribuir. Boas ideias ficam nos cadernos. A equipa inteira paga o preço da definição teimosa que uma pessoa faz de si própria.

Anos depois, essa pessoa ainda pode perguntar-se porque é que não é escolhida para cargos de liderança. Culpa a política do escritório. A verdade vive em frases que nunca questionou.

A identidade pode ser um escudo confortável. Pessoas com pouca consciência social embrulham-se nela para evitar desconforto. Mudar um hábito parece traição a si mesmo, por isso defendem-no com slogans. Mas a verdadeira confiança é o contrário. Diz: “É assim que eu tenho sido, e estou disposto a evoluir.”

Quando “eu sou assim” desaparece do vocabulário de alguém, as relações à volta dessa pessoa muitas vezes melhoram em silêncio.

8. “Não quero saber do que os outros pensam.”

Nas redes sociais, isto parece ousado e libertador. Na vida real, dito em voz alta, muitas vezes soa frio. “Não quero saber do que os outros pensam” pode ser um mantra útil contra pressões irracionais. Dito no momento errado, porém, sinaliza que as perspetivas dos outros mal contam.

Para alguém com instintos sociais desajeitados, parece um limite. Para os outros, soa a surdez emocional.

Imagina que um amigo te dá um feedback gentil: uma piada que fizeste ao jantar caiu mal. Tu enrijeces e dizes: “Não quero saber do que os outros pensam.” Conversa terminada. O teu amigo afasta-se a pensar: “Ok, então a minha experiência aqui não importa.” Essa porta do feedback pode nunca mais abrir.

Tu sentes orgulho por estares “imperturbável.” O que não vês é que o respeito e a proximidade saíram discretamente da sala.

Há uma grande diferença entre não seres governado por opiniões e não te importares de todo. Pessoas socialmente hábeis navegam essa linha. Ouvem, filtram, decidem. Pessoas com fracas competências sociais às vezes oscilam para extremos. Ou ficam obcecadas com cada reação, ou fazem esta indiferença endurecida.

O custo escondido é que perdem o ouro das reflexões honestas dos outros - precisamente as coisas que podiam ajudá-las a ligar-se melhor.

9. “Eu só estou a dizer.”

Esta pequena cauda aparece muitas vezes depois de um comentário que cai mal. Uma observação um bocado rude, uma piada no limite, uma crítica meio formada. “Eu só estou a dizer” tenta amortecer o golpe, como um riso nervoso no fim de uma frase arriscada. Na prática, muitas vezes sublinha a picada em vez de a suavizar.

As pessoas ouvem isso como: “Não quero discutir o impacto do que acabei de dizer.”

Imagina alguém a comentar o aumento de peso de uma amiga num brunch. “Este ano engordaste bastante… eu só estou a dizer.” A mesa fica em silêncio. A pessoa alvo encolhe-se, à procura de forma de mudar de assunto. Horas depois, a frase ainda ecoa, mas quem a disse já a esqueceu.

Acha-se observador, talvez até engraçado. Os outros experienciam-no como inseguro.

“Eu só estou a dizer” é uma escotilha de fuga na conversa. Em vez de assumir a mensagem ou repensá-la, quem fala afasta-se da responsabilidade. Pessoas com fracas competências sociais apoiam-se nestas frases porque têm pavor de estar “erradas” ou de ter de pedir desculpa. Mas é assim que a intimidade se constrói: através de reparação, não de perfeição.

Assumir uma frase - “Isso foi rude, desculpa” - muitas vezes ganha mais respeito do que nunca falhar.

10. “Tu interpretaste mal.”

Esta frase pode ser verdadeira. Mal-entendidos acontecem constantemente. Mas quando vira reação padrão, transforma-se numa arma subtil. “Tu interpretaste mal” pode ser uma forma de fugir à responsabilidade. Em vez de perguntar “Será que eu me exprimi mal?”, quem fala coloca o peso na compreensão do outro.

Com o tempo, ensina as pessoas que levantar preocupações será recebido com tecnicalidades, não com empatia.

Imagina dizeres ao teu parceiro que um comentário que ele fez à frente de amigos te envergonhou. Ele responde: “Interpretaste mal, não foi isso que eu quis dizer.” Fim de história. Os teus sentimentos nunca são explorados. O foco muda para provar quem “entendeu mal.” Depois de alguns ciclos, deixas de trazer temas.

A relação parece tranquila por fora. Por dentro, irritações não ditas acumulam-se como pó nos cantos.

Pessoas socialmente atentas sabem que o significado é co-criado. Se alguém “interpreta mal” aquilo que dizes com frequência, isso é informação. Pode significar que o teu tom, timing ou palavras precisam de trabalho. Pessoas com fracas competências sociais muitas vezes vivem isso como um ataque à identidade, em vez de um convite a ajustar.

Uma pequena mudança - de “Tu interpretaste mal” para “Deixa-me dizer de outra forma” - pode transformar atrito em clareza.

Como substituir estas frases sem perderes quem és

O objetivo não é andar em bicos de pés e guionizar cada frase. O objetivo é continuares a ser totalmente tu, mas removeres as minas verbais que continuam a rebentar as tuas ligações. Começa pequeno. Escolhe uma frase em que te reconheças e experimenta uma troca. Em vez de “Estou só a ser sincero”, tenta “Posso ser direto sobre uma coisa?” e depois suaviza as arestas.

A linguagem é memória muscular. Não vais mudar todos os reflexos de um dia para o outro, mas podes começar hoje com uma conversa.

Um erro comum é ficar em silêncio por medo. As pessoas pensam: “Se não posso dizer estas coisas, então não digo nada.” Isso não é ligação; é evitamento disfarçado de educação. A questão não é calar a tua voz, é afiná-la. Imagina que estás a baixar os agudos ásperos, não a desligar o sistema de som.

Se usas estas frases há anos, a auto-crítica vai ser tentadora. Larga isso. A curiosidade funciona melhor do que a vergonha quando estás a reprogramar a forma como falas com as pessoas.

As palavras não descrevem apenas as nossas relações; constroem-nas - em camadas pequenas e repetidas.

  • Repara nas tuas “frases gatilho” em tempo real - ou pelo menos logo a seguir a as dizeres.
  • Faz uma pausa antes da tua linha habitual e pergunta: “O que é que eu estou realmente a tentar dizer aqui?”
  • Troca julgamento por experiência: “Tu és…” passa a “Eu sinto…” ou “Quando isto acontece…”
  • Pede feedback: “Isto saiu-me brusco? Estou a tentar dizer isto melhor.”
  • Pratica uma frase nova por semana até parecer natural, não forçado.

Deixa que as tuas palavras contem uma história diferente sobre ti

A maioria das pessoas que têm dificuldades sociais não é cruel. É pouco consciente. Repetem frases que ouviram a vida toda, ou que soam fortes em filmes e online, sem reparar nas micro-reações em rostos reais à frente delas. Se ouvisses com atenção as tuas últimas cinco conversas, provavelmente apanhavas pelo menos uma destas linhas a sair em piloto automático.

A boa notícia é que o impacto pode mudar muito antes de a personalidade mudar.

Quando alguém começa a substituir “Acalma-te” por “Fala comigo, estou a ouvir,” as pessoas sentem. Quando “És demasiado sensível” vira “Não me apercebi que isso magoou, conta-me mais,” a confiança cresce em silêncio no fundo. Não são transformações grandes e dramáticas. São pequenas edições que, ao longo de semanas e meses, reescrevem a forma como os outros te experienciam.

A beleza da linguagem é que tens uma nova oportunidade todos os dias em que abres a boca.

Se leste estas dez frases e te reconheceste em algumas, isso não é um veredito. É um ponto de partida. Repara em qual delas bate mais forte no peito. Essa é a que tem mais poder para mudar as tuas relações se a fores reformando com cuidado. E se um dia alguém partilhar este texto contigo, tenta lê-lo não como acusação, mas como um convite silencioso.

Um convite para te tornares o tipo de pessoa à volta da qual os outros respiram mais facilmente, simplesmente pela forma como lhes falas.

Ponto-chave Detalhe Valor para o leitor
Identificar danos escondidos Frases comuns como “Sem ofensa” ou “Acalma-te” corroem a confiança em silêncio Ajuda-te a perceber porque é que as conversas continuam a correr mal
Ajustar a tua formulação Trocar frases carregadas de culpa por frases baseadas em sentimentos ou curiosidade Reduz conflitos e mal-entendidos no dia a dia
Crescer sem auto-ataque Usar consciência e pequenas experiências em vez de vergonha Permite-te melhorar competências sociais mantendo-te autenticamente tu

FAQ:

  • Pergunta 1 Qual é a primeira frase que devo tentar mudar se uso várias destas?
  • Pergunta 2 Posso alguma vez ser direto sem magoar as pessoas?
  • Pergunta 3 E se as pessoas à minha volta usam estas frases o tempo todo?
  • Pergunta 4 Como é que eu reparo que disse uma destas frases demasiado tarde?
  • Pergunta 5 Mudar a minha linguagem é mesmo suficiente para melhorar as minhas competências sociais?

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